Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 05/10/2023

O dilema “Doação de Órgãos” não é muito falado, sendo isso um grande erro, pois, infelizmente, ainda existem muitas pessoas desenformadas em nosso país. No Brasil a realização dessas doações começou em 1964 no Rio de Janeiro, sendo um rim o primeiro a ser transplantado em solo brasileiro; não são todos os órgãos que podem ser doados e também temos aqueles que podem ser doados em vida. Com isso, os que podem “repassados” são os rins, figados, corações, pâncreas e pulmões; já os tecidos são as cóneas, peles, ossos, válvulas cardíacas, cartilagens, medulas ósseas e sangue do cordão umbilical.

Desse modo, pode ser doador qualquer pessoa que venha a morrer por morte encefálica e em que a família autorize a doação dos órgãos ou tecidos; apenas algumas poucas doenças, como alguns tipos de câncer e HIV impedem o procedimento e para os tecidos, além da morte encefálica a pessoa pode ter tido morte com coração parado. Dia 27 de setembro é o Dia Nacional de Incentivo á Doação de Órgãos que foi instituido pela Lei n° 11.584 em 28 de novembro de 2007.

Logo, o site Gov fez uma pesquisa no dia 31 de agosto desse ano e constatou que de janeiro a junho de 2023, o Brasil resistrou mais de 1,9 mil doadores efetivos de órgãos. Esse é um número recorde de doações, quando comparados números do mesmo períodos dos últimos dez anos, e possibitou a realização de mais de 4,3 mil transplantes. Apesar desses dados impressionarem, muitas pessoas tem dúvidas sobre o procedimento e seus riscos, para o coração é 30% de risco, para o fígado é 40% de risco, pulmão é 40% de risco e para o rim é 30%.

Com tudo, há dois meios para a incentivação do procedimento, a primeira dela é por meio de uma conversa com a família, na qual a pessoa comunica sua vontade de ser doadora. Já a segunda é por meio da inscrição em sites que fornecem um “cartão” de doador de ógãos, como o “adote.org.br”, ou pela inclusão dessa informação na nova carteira de identidade (RG) do país.