Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 15/05/2024
O livro " Utopia " do filósofo inglês Thomas Morus retrata uma civilização perfeita e idealizada. Tal obra fictícia , mostra-se distante da realidade diante do dilema da doação de órgãos. Um problema que persiste pela negligência estatal e a mentalidade social. Deve-se rever as atitudes para o não agravamento do problema.
Diante desse cenário, os investimentos governamentais não são distribuídos de forma igualitária nos estados .Uma vez que é responsabilidade do governo assegurar mais locais para haver doações . Fica evidente, devido os poucos locais para a transmissão de órgãos , à enormes lista de espera , em que o sistema de saúde concede órgãos, porém das vezes a população não chega a nem receber o órgão , falecendo após uma longa espera para o recebimento. De acordo com o filósofo Jonh Lock , o estado tem um pacto social para assegurar os direito fundamentais dos indivíduos e proporcionar relações harmônicas . Entretanto , é notório o rompimento desse contrato diante dessa negligência estatal.
Ademais , o pensamento generalizado é outra questão a ser discutida . Segundo a Hannah Arendt , a sociedade tende a ingnorar um problema frequente que não é resolvido , agravando a situação. Nessa perspectiva os dilemas para a contribuição são gigantes. Em que , a recusa familiar é um dos grandes motivadores ,seja por medo ,convicções religiosas e outras diversas razões. Diante do exposto, algo deve ser feito para resolver essa infeliz situação.
Portanto , o governo federal - órgão de maior poder execultivo no país - , deve investir em maior infraestrutura para o acolhimento da população para fazerem doações e também merchandising social para consientizar a sociedade . Por meio de maiores distribuções de renda e através de obras cinematográficas alertando sobre o oferecimento de ajuda poderá beneficiar a todos. A fim de uma sociedade como a Utopia promove.