Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 17/05/2024

A Constituição Federal, promulgada em 1988, prevê que todos os cidadãos têm direito à saúde. No entanto, o não cumprimento desse preceito é evidente, visto que os dilemas para a doação de órgãos ainda são vistos no Brasil. Nesse sentido, é imperioso analisar a negligência governamental e a falta de conhecimento e apoio familiar como fatores agravantes do problema.

Diante desse cenário, é válido ressaltar a negligência governamental como um dos motivadores dessa situação. De acordo com o filósofo John Locke, no “contrato social”, os cidadãos cedem sua confiança ao Estado que, por outro lado, deve garantir os direitos básicos a eles. Contudo, fica nítido que o governo não cumpre sua obrigação para com a sociedade, uma vez que os dilemas para a concretização da doação de órgãos têm aumentado significativamente. Assim, faz- se imprescindível a dissolução dessa conjuntura.

Ademais, percebe-se, ainda, que a falta de conhecimento e apoio familiar atua como potencializador dessa situação. De acordo com a terceira lei do físico Isaac Newton, toda ação gera uma reação. Dado que a doação de órgãos vem passando por dificuldades e desafios atualmente no Brasil, resultado de uma falta de conhecimento e apoio familiar para os indivíduos que desejam realizar as doações.   Todavia, é visível que os cidadãos brasileiros não se aplicam a essa lei, já que retiram a esperança de pacientes que tanto necessitam desses órgãos. Dessa maneira, entende-se que essa situação deve conter uma resolução imediata.

Portanto, para que os dilemas para a doação de órgãos seja de fato eliminado, é necessário que o Ministério da Saúde, maior instituição responsável sobre a saúde do Brasil, deve promover campanhas sobre a doação de órgãos, por meio das mídias, a fim de possibilitar um mundo melhor.