Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 02/11/2024
A Constituição Federal de 1988 norma jurídica mais importante do país, prevê a saúde como inerente a todos cidadãos brasileiros. No entanto, o dilema da doação de órgãos enfrenta desafios devido a ineficiência governamental e a omissão midiática. Desse modo, é imprescindível intervir em tais mazelas.
Primeiramente, cabe analisar a ineficiência governamental como impulsionador dessa problemática. Em seulivro “Cidadão de Papel” escrito pelo escritor renomado Gilberto Dimestein, discorre sobre o fatos de muitos direitos são restritos ao papel, mas não sai concretizados na prática. De maneira análoga á obra de Dimenstein, observa-se que essa crítica pode ser associada ao Brasil atual, visto que, pela falta de campanhas de doção de órgãos dificultando o reconhecimento dessa prática para sociedade, por conseguinte contribui para perpetuação desse cenário. Logo, conclui-se que as autoridades devem promover medidas para rever esse revés.
Além disso, a omissão midiática potencializa o desafio da doação de órgãos. Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, algumas instituições deixaram de exercer sua função e acabaram operando como “Zumbis “. Sob essa ótica, a crítica de Bauman pode ser associada ás mídias, que, embora seja responsável pela transmissão de informação,negligência publicações para aumentar o número de doadores de órgão é devido a falta de informação. Assim, não é justo a perpetuação desse quadro.
Portanto, medidas são necessárias para garantir a doação de órgão no Brasil.
Cabe ao Ministério da Saúde- responsável pela proteção e promoção da saúde de todos- promover campanhas para enfatizara a doaçãodeórgãos, por meio das mídias sociais, com intuito de aumentar o número de doadores. Ademais, as mídias devem promover publicações em todas redes socias para informar a população sobre importância dessa atitude que doar salva vidas . Somente assim, a Constituição será coerente com os seus atos.