Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 18/09/2019

Na obra “Imperador de todos os males”, o autor Siddhartha Mukherjee-um oncologista-relata história de pessoas que luta para sobreviver do câncer e ter direito a saúde vitalício. Conquanto, no Brasil, o sistema de saúde está precária, onde não atende as necessidades dos indivíduos doentes. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade seja alcançada.

Mormente, a má infraestrutura na maioria dos hospitais faz com que os pacientes firmem uma luta diária pela sobrevivência. Mesmo que estes vivam em um ambiente instável, a superlotação, deterioração das salas cirúrgicas, falta de água potável e, até remédios provam a falta de subsídios à integridade humana, visto que os indivíduos são postos à margem do descaso.

Ademais, outro problema vigente é a negligência às condições higiênicas dos hospitais. O médico Gonçalves, autor do livro ‘‘Manual de Higiene Hospitalar’’, retrata a realidade de pessoas doentes deitado no piso sujo e com lixo hospitalar e, também ausência de acompanhamento médicos cresce a cada ano não atendendo a demanda de doentes. Esses aspectos revelam a falta de políticas públicas que prezem pela saúde e esconde, ainda, o tratamento destinado as pessoas com câncer, que não possuem um zelo diferenciado durante as seções de terapia e tampouco o auxílio médico na maioria do Sistema Único de Saúde (SUS).

Portanto, a maneira que os indivíduos são tratados na saúde fere os direitos humanos, por isso, mudanças fazem-se urgentes. O Ministério da Saúde deve investir na extensão dos hospitais para evitar a lotação e, como solução paliativa, usar equipamentos de alta tecnologia cirúrgicas para suprir a demanda mais rápido. Além disso, atividades pedagógicas ou esportivas, intermediadas por ONGs, darão as pessoas uma boa qualidade de vida saudável. O acesso à saúde pública é um direito universal, logo, são imprescindíveis equipes médicas e a fiscalização desses cuidados.