Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 02/11/2020
Comenta-se com frequência a respeito da forma desigual e precária na qual o sistema público de saúde é organizado e distribuído para os brasileiros. Mesmo sendo um direito no país, para serem atendidos seus cidadãos ainda enfrentam dificuldades anosas desde, o atendimento clínico a obtenção de medicamentos.
A maneira seletiva e díspar, isto é, apenas aqueles com maior poder aquisitivo e posição social possuem um melhor atendimento e acesso à saúde, contribui para um cenário onde os mais vulneráveis são aqueles que dentro da sociedade mais adoecem e perecem por causa de doenças e ferimentos não examinados. A criação de programas e construção de hospitais, ainda que, conveniente não se sobressai sobre a ausência de saneamento básico e médicos em regiões periféricas e rurais do país.
Deve-se abordar ainda que, apenas 24,25% a população brasileira
de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar possuem plano de saúde, isso se deve, ao fato de que tal benefício custa caro e em certos casos não cobrem medicamentos ou procedimentos médicos. Não obstante, há casos em que pessoas que possuem plano de saúde não conseguem pagar o mesmo e acabam migrando para o sistema público afim de, desta forma se dispor de atendimento e remédios.
Torna-se evidente, portanto, que é necessário modificações e ampliações no sistema de saúde brasileiro. Cabe ao Ministério da Saúde a edificação de novos hospitais em áreas de difícil acesso, além do aumento no número de contratação de funcionários da área da alopatia, com o objetivo de extinguir as listas de espera hospitalar e farmacêutica, a discriminação e também o índice de doentes e mortalidade do país.