Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 03/11/2020

A declaração universal dos direitos humanos promulgada em 1948 pela ONU, assegura a todos os indivíduos o direito ao bem-estar. Entretanto, ocorre um déficit em relação à saúde do Brasil, devido a ausência de leitos e a escassez no financiamento da saúde pública.

O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado em 1938, com o objetivo de oferecer atendimento médico para a população brasileira. Porém, como a superlotação em hospitais públicos, ocorre a insuficiência de leitos. Segundo site digital.hospitalar, mais de 34,2 mil leitos de internação foram fechados na rede pública. Por consequência obtêm-se uma injustiça social perante aqueles que não possuem uma assistência hospitalar de qualidade.

Evidencia-se que a ausência de financiamento no SUS contribui para a precariedade na saúde. De acordo com Carlos Vital, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), falta competência administrativa para se utilizar bem, o pouco que se dispõe. Nessa perspectiva, a lacuna no orçamento da rede pública, gera o atraso no salário de profissionais da área e a falta de medicamentos, que agrava o caso de pacientes ocasionando no aumento da mortalidade no Brasil.

A partir dessa exposição da realidade apresentada, é necessário soluções para o cenário atual da saúde. Urge do governo intensificar verbas para o funcionamento do SUS, tirando de áreas com maior estabilidade capital, e transferir para o Ministério da Saúde, a fim de melhorar a infraestrutura de postos e hospitais públicos e priorizar o bem-estar dos brasileiros.