Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 03/11/2020

A desigualdade do direito à saúde no Brasil

Em 1988 foi instaurado pela constituição o SUS (Sistema Único de Saúde), no qual tem o principal objetivo de oferecer saúde gratuita para todos, porém o grande problema é a má gestão que interfere no atendimento dos pacientes.

Em primeira análise, segundo uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dois terços da população brasileira dependem do SUS. Visto que a estrutura precária encontrada em hospitais públicos brasileiros é um dos principais fatores que geram superlotação e deficiência no atendimento.

Em segunda análise, devido à desinformação, não há no Brasil uma cultura de doação de órgãos, consequentemente, mais de 32 mil pessoas aguardam transplante de órgãos pelo SUS. A falta de informação também impede que as pessoas tenham conhecimento de como práticas saudáveis previnem doenças, de acordo com a Ministério da Saúde, 52% dos brasileiros estão acima do peso.

Vale ressaltar que o Governo gasta pouco mais de 3 reais por dia com a saúde de cada brasileiro e um total de 190 bilhões de reais em gastos com saúde pública por ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mas, quando comparado a outros países como Suécia, França e Japão, percebe-se a notável falta de investimento que o país tem em relação à saúde, causando assim, atrasos no que se refere a precaução e à cura de doenças.

Contudo, nota-se a necessidade de mudança. O governo deve aumentar seus investimentos na saúde a fim de melhorar a estrutura dos hospitais para que os mesmos possam receber o acervo de pacientes. Além da intervenção do Ministério da Saúde junto á veículos de mídia com a finalidade de informar a população sobre os perigos do sedentarismo da má alimentação, além de incentivar a doação de órgãos. Com essas medidas, o atendimento seria melhorado e mais acessível.