Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 03/11/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem estar social. Conquanto, a realidade contemporânea é o oposto, impossibilitando que parte da população desfrute deste direito universal na prática. Esse cenário antagônico é fruto tanto da obesidade quanto da ausência de médicos.

Em primeiro plano, segundo dados de 2015 da OMS, 1,6 bilhões de pessoas no mundo estavam acima do peso, ou seja, cerca de 20% da população mundial. Dessa maneira, a obesidade é fator de risco para inúmeras doenças, evidenciando a gravidade desses maus hábitos.

Em segundo plano, faz-se mister salientar, ainda, a falta de médicos como impulsionador de desafios ao direito à saúde. Nessa perspectiva, segundo dados do Conselho Federal de Medicina, o Brasil conta com 453.726 médicos. Contudo, em áreas mais afastadas dos centros urbanos, as estruturas para o atendimento à população são mais precárias, agravando a desigualdade social.

Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar a questão. Logo, o Governo deve investir em políticas públicas em áreas urbanas e distantes do centro, por meio de programas de médicos voluntários, a fim de todos serem atendidos. Além disso, cabe ao Ministério da Saúde, tornar conhecida a Lei do SUS N°8.080, por meio de programas midiáticos, garantindo a igualdade de direito.