Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 03/11/2020

A saúde nunca deixa de ser uma pauta importante a ser discutida, principalmente se fomos visar o Sistema Único de Saúde (SUS) que atende a 80% da população brasileira, e a vasta lista melhorias que são necessárias como: a falta de médicos, o longo tempo de espera, a falta de leitos e principalmente a má administração financeira.

Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) “existe 1 médico para cada 470 habitantes. Porém, nas regiões Norte e Nordeste, a quantidade é muito menor e chega a 1 médico para cada 953,3 e 749,6 brasileiros, respectivamente.” Ou seja a má distribuição de profissionais qualificados no Brasil, faz com que muitas cidades especialmente do interior sofram com a faltam de médicos de várias especialidades.

Pesquisas apontam que a tendência de envelhecimento da população vem se mantendo estável, em 2012 ganhamos 4,8 milhões de novos idosos que, representam um aumento de 18%. Além disso “55,7% da população adulta do país apresenta excesso de peso e 19,8% está obesa, de acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018”. Esses fatores faz com que a procura por plano de saudade seja cada vez maior.

Em virtude do que foi mencionado, faz - se  necessário a prevenção de doenças, uma vez que a faixa populacional que mais cresce é a de idosos, além da população obesa que assim como os idosos necessitarão de tratamentos caros. Visto que o SUS consome 45% do total de gasto com saúde no país, enquanto o setor de saúde suplementar, consomem 55% desse total de gastos, segundo o Conselho Regional de Medicina do Estado de Sergipe (CREMESE), faz - se necessário a prevenção por meio dos cuidados com a saúde, deve ser construídas academias públicas ou de baixa renda, além de aulas de dança como zumba em periferia, para estimular o exercício físico e consequentemente fazendo com que a população deixe de ser sedentária e tenha um envelhecimento mais saudável. Fazendo com que a procura pelo SUS seja menor e mais precisa, assim poderemos resolver cada um dos problemas com mais cautela.