Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 11/01/2021
Desenvolvida pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos diz que todo indivíduo tem direito ao atendimento hospitalar gratuito. Independente de sua localização geográfica, cor ou classe social. Embora seja uma conquista para sociedade brasileira, o direito à saúde necessita ser discutido, visto que o (SUS) Sistema Único de Saúde não consegue atender toda população corretamente. Dessa forma em razão da falta de investimento na saúde e da participação social, emerge um problema que precisa ser revertido.
Primordialmente, é preciso mencionar a lacuna de ausência do governo em relação ao SUS, segundo o pensador Thomas Hobbes, é dever do estado garantir o bem-estar da população. Não raramente, se encontra nas unidades de saúde, longas filas, infra-estrutura inadequada e escassez de itens necessários para um atendimento de real qualidade. Por consequência, elevada lotação nos grandes hospitais de casos mais graves e mortes por falha de atendimento imediato. De acordo com o portal da Globo ciência e saúde, no Brasil, 153 mil mortes por ano são causadas pelo atendimento precário, diante disso, verifica-se grande necessidade de ações governamentais.
Em segundo plano, é preciso mencionar que o silenciamento populacional é a causa potencial do problema. Segundo o filósofo Foucault, na sociedade pós-moderna muitos temas são omitidos para que estrututas de poder sejam mantidas. Muitas vezes, boa parte das verbas públicas direcionadas para saúde, são desviadas por coruptos, colaborando para que não haja mudanças no sistema. Sob essa lógica, é de extrema importância a mobilização da população com movimentos, protestos pacíficos e projetos reivindicatórios visando a criação de projetos que favoreçam a saúde pública e enfraqueça a corupção .
Portanto, uma intervenção no sistema de saúde faz-se necessária. Para isso é preciso que o Tribunal de Contas da União direcione capital para o Ministério de Saúde, visando investir em todos os hospitais públicos e em construções de novos nas regiões mais pobres. Também será criado pelo mesmo, o projeto de nome: SUPRETUDO, com a finalidade de repor medicamentos, aparelhos e produtos de limpeza para o local e pessoal. Ademais, a mídia fará parceiria com o governo, políticos honestos juntamente com sociólogos capacitados pelo estado organizarão palestras em programas abertos de TV, explicando a importância da população nas ruas e nos períodos de eleição, com o objetivo de enfraquecimento da corupção. A partir dessas ações poderá se consolidar um Brasil melhor.