Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 19/04/2021
A pandemia do Corona vírus veio para demonstrar o quão a saúde pública no Brasil merece mais atenção, apesar de ser considerado o único país com mais de 100 milhões de habitantes que garente o acesso à saúde de maneira gratuita e integral à todos, não obstante, na prática a teoria acaba sendo outra. Deve-se levar em conta que a população brasileira é predominantemente, obesa e idosa e o SUS (Sistema Único de Saúde), criado pela Costituição Federal de 1988, cumpre sua obrigação em diversos requisitos, como por exemplo, a mais novas vacinas contra o Corona vírus, obtidas por meio do próprio. Entretanto, o SUS falha quando o assusto é investimento e bom gerenciamento.
Em primeiro plano, pode-se destacar a fala do diretor especialista em saúde pública que já atuou no Banco Interamericano de Desenvolvimento, ítalo-brasileiro “o financiamento do sistema público de saúde do Brasil é muito inferior ao dos países da OCDE”. A urgência por investimentos se evidência na falta de leitos, na Vila Medeiros, Zona Norte se tem 0,040 leitos para cada mil pessoas, segundo pesquisa. Assim, é notório que o governo brasileiro, com todo dinheiro recebido com impostos pagos pela população tem como obrigação investir mais na saúde pública e aumentar a verba para tal.
Por conseguinte, de fato, gerenciar um sistema de saúde tal como o SUS não é uma tarefa fácil, muitos gestores não tem capacidade efetiva de administar seus recursos e a estrutura do qual dispõe o sistema. Cabe mencionar que, 7 em cada 10 brasileiros dependem exclusivamente do SUS, desse modo, para que o consigam dar auxílio há um maior número de pessoas de maneira organizada, deve-se instruir melhor os gestores para que consigam concluir o que lhes é proposto.
Em resumo, pode se concluir que, o governo deve focar na prevenção da obesidade das pessoas e garantir que idosos não envelheçam em mal estado de saúde, com auxílio de propagandas e incentivos a prática de exercícios e a busca por uma alimentação mais saúdavel, o que desse modo, diminuiria a demanda de pacientes que necessitam da saúde pública de maneira recorrente. Por meio da melhora no seu gerenciamento e aumento no investimento com relação ao SUS, um maior número de pessoas poderia ter acesso a saúde, algo lhes dado por direito, sem toda dor de cabeça em que passam atualmente, principamente causada pela pandemia do Corona vírus.