Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 19/04/2021
Antigamente, não existiam muitas técnicas medicinais e o crescimento disso se deu atráves da curiosidade do homem e o desejo do saber e então, aos poucos a medicina de hoje em dia se formou, em prol de um bem comum. A criação da constituição de 1988 garantia os direitos básicos do cidadão brasileiro, incluindo a saúde, mas a situação precária do sistema básico de saúde falha com seus deveres.
O Brasil é o quinto país mais populoso do mundo, porém é um dos mais atrasados em relação a saúde por conta da falta de investimento. Segundo a reportagem do jornal G1.globo, no ano de 2015 96 distritos do estado de São Paulo ficaram sem leitos. Além disso, o levantamento leva em conta que em 2014, entre hospitais públicos e privados, a proporção de leitos para pacientes era de aproximadamente 34mil leitos para 11 milhões de habitantes.
É preciso, porém, reconhecer que apesar do Brasil possuir uma insfraestrutura precária, é o único país entre os cinco mais populosos que possui um sistema público e gratuito de saúde, o que é de suma importância, visto que em um país de terceito mundo, a saúde ainda é algo elitizado, portanto, as familias mais pobres não possuem acesso. A frase do filósofo chinês Confúncio é capaz de ilustrar bem a situação do país: “O homem joga sua saúde fora para conseguir dinheiro; depois, usa o dinheiro para reconquista-la. É inegável que o SUS (Sistema Unificado de Saúde) é necessário, apesar de seus problemas.
Fica claro, dessa forma, que cabe ao Governo Federal cumprir suas obrigações impostas tanto pela constituição de 1988 quanto pela Organização Mundial da Saúde, realizando isso por meio de investimentos maiores na área da saúde. Cabe aos veículos de comunicação expor para a população que todos devem possuir acesso ao sistema de saúde. Assim, o país avança em busca de se tornar mais igualitário.