Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 19/04/2021
Conforme os dados apresentados pela organização mundial da saúde (OMS), o Brasil é o país que está na (posição) centésimo trigésimo quinto no ranking global do sistema de saúde, já que a classificação contém no total cento e noventa e um países. Esse número já indica o nível falho sobre a devida responsabilidade que os órgãos de saúde carregam, dessa forma, é possível dizer que as principais causas dessas disfunções, uma delas seria o desacolhimento as minorias sociais e a superlotação de leitos com a falta de médicos e equipamentos funcionais.
A princípio, várias unidades públicas abrem as suas portas ao público, entretanto, com o número excessivo de pessoas, vem a divisão urbana, entre elas, os brancos, negros, ricos e pobres, porém as prioridades estarão sempre voltadas aos privilegiados, enquanto pessoas com baixíssimas condições além de serem vítimas por discriminação racial e social, são facilmente cortadas ou declinadas com atendimento pouco humanizado, desrespeitando por completo os direitos humanos. Um caso semelhante foi a de um homem de 62 anos que foi alvo de racismo na cidade de Gravataí, no estado do Rio Grande do Sul, após ser falsamente acusado de roubo em um hospital após tentar visitar uma pessoa que estava internada no local.
Por seguinte, enfermarias e casas de saúde que não recebem a devida verba dos órgãos governamentais, por serem mal aproveitadas ou administradas, são em maioria abandonadas, com os baixíssimos cuidados, ausência de responsáveis como recepcionistas, enfermeiros, médicos e faxineiros. O Sistema Único de Saúde (SUS) é um exemplo a ser mencionado, apesar de fornecerem medicamentos e ser aberto para todos, é duramente desaprovado pela população, pela ausência de leitos, número exagerado de filas, profissionais desqualificados, muito tempo de espera e um altíssimo número de mortes.
Dessa forma, pode-se concluir que o Brasil está muito longe de obter bons resultados no acesso ao sistema de saúde, aspectos que influenciam nessas contrariedades envolvem a falta de ética no meio social, o devido respeito igualmente para todos é nulo e a má administração das verbas públicas serem direcionados a saúde. Um meio para colocar fim em situações semelhantes, dependerá de como as instituições governamentais irão demonstrar competência ao utilizar o próprio dinheiro, tanto para reformas, como na compra de novos equipamentos. Será um jeito de acabar com o péssimo rendimento nos requisitos de saúde e bem-estar da população.