Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 19/04/2021

Em 1904, durante a República Velha, houve a Reforma Sanitária — em que foi confiada ao Oswaldo da Cruz — tendo o intuito de modernizar a cidade de Rio de Janeiro, acabou-se erradicando a epidemia de peste bubônica e da febre amarela. No entanto, a realidade de hoje é diferente, em diversos casos há leitos hospitalares faltando e uma parte da população nem tem acesso aos mesmos. Sendo apontados grandes problemas dentro da saúde pública, a falta desses utensílios não colabora para uma resolução.

Em consequência disso, nota-se, como exemplo, a falta de leitos e oxigênio nos hospitais, que estão lotados por conta da pandemia do Covid-19. Segundo o site do G1 São Paulo, 30 de 96 distritos da capital paulista não possuem nenhum leito hospitalar. Com isso, não só acaba prejudicando os médicos, como também os pacientes.

É notório a grande desigualdade que existe em relação aos atendimentos, alguém de classe baixa não conseguiria pagar um tratamento ou até mesmo um atendimento médico de ótima qualidade, por outro lado, aqueles que estão mais acima conseguem. Em um sistema público pode-se demorar até 3 meses ou mais para conseguir marcar uma consulta, já com um convênio médico a espera é bem menor.

Em virtude dos fatos mencionados, faz-se necessário que o Ministério da Saúde estoque e comprem mais dos utensílios que andam em falta, para que assim possa melhorar nas condições dentro dos hospitais, Também é preciso criar formas para promover diversos tratamentos que o SUS não oferece, para que possam ajudar aqueles que não podem pagar por um atendimento renomado.