Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 19/04/2021

Antes dos portugueses descobrirem o Brasil em 1500, o país era habitado por indígenas que tinham um forte poder medicinal em relação à natureza, mas é fato que não eram desenvolvidos com os portugueses. Após os portugueses chegarem foi dada a criação de escolas de medicina mas é de conhecimento geral que apenas homens brancos e do alto escalão que tinham esse acesso a essas escolas e suas famílias poderiam também ter acesso aos hospitais, daí se dá a primeira privatização da saúde no Brasil. Mas é claro que a saúde é para todos um direito humano.

Em 2019 se obteve uma pauta sobre a privatização da saúde novamente, é notório e fácil de relacionar com a época da colonização, que apenas pessoas que tinham dinheiro poderiam usufruir de cuidados médicos, pode se confirmar que a saúde é necessária para a vida humana, e sem ela todas as pessoas morreriam jovens e provavelmente por uma doença que poderia ser facilmente curada. A saúde não tem ligação com classe social, já que é um direito de todos como cidadãos residentes do Brasil.

No dia 19/09/1990 foi criada a lei número 8080 que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, mais conhecido como SUS, através de uma pesquisa pode se obter o resultado que quase 70% dos brasileiros não têm plano de saúde particular, e 44,8% dessas pessoas fazem o uso do SUS, a maioria dessas pessoas não têm condições financeiras para um plano de saúde particular. É fato que o SUS ajuda muito milhares de pessoas pelo Brasil, mas o sistema de saúde ainda é muito falho, O SUS por ser um programa gratuito muitas pessoas que teriam condições de pagar um plano de saúde particular, preferem economizar e utilizar o SUS, fazendo com que tenha sempre uma superlotação nos hospitais que atendem o Sistema Único de Saúde.

Em suma, é necessário que o Governo Federal ajude as pessoas de baixa renda com leis que possam garantir que todos têm direito à saúde e que todos necessitam de cuidados, muitos pontos devem ser melhorados até que o Brasil se torne um país insétil e igualitário. Melhorias desde as gestões hospitalares até Garantir equidade no acesso ao direito à saúde e cocriar o sistema com o usuário. A priorização das propostas deve levar em conta em quais destas áreas os municípios apresentam desde a maior vulnerabilidade até a menor, buscando assim um equilíbrio de competências.