Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 13/10/2022
A 1ª Guerra Mundial foi marcada por um significativo desenvolvimento na saúde e em cirurgias devido a quantidade de feridos que voltaram da guerra. No entanto, nos dias atuais, mesmo com práticas avançadas, o direito a saúde ainda é uma importante discussão no país, principalmente pelo elevado número de pessoas que morrem em filas esperando um simples atendimento. Desse modo, percebe-se a persistência de tal problemática primordialmente pela grande desigualde social e pela irresponsabilidade governamental.
Nessa perspectiva, é, inicialmente válido ressaltar a desigualdade social como um dos principais fatores para o direito a saúde não ser efetivamente cumprido. Nesse sentido, tomando como base a Constituição Federal de 1988, em seu 5º artigo, a qual garantia a saúde como direito fundamental a todos os indivíduos, todavia, percebe-se que mesmo com leis e a existência do SUS, o atendimento ofertado nesse setor ainda é precário nos locais mais periféricos. Assim, revela-se um cenário preocupante, já que muitos médicos se recusam a irem trabalhar nas favelas, além do pequeno número de hospitais que favorece o surgimento de enormes filas, o qual cria um ambiente totalmente insalubre.
Convém ressaltar, ainda, o silenciamento do governo diante tal cenário. Dessa forma, mesmo que na história do Brasil tenha acontecido episódios como o da Revolta da Vacina, o qual foi marcado pela imposição da imunização nos indivíduos, percebe-se que hoje o governo vem negligenciando os problemas da saúde brasileira. Por isso, o país ocupa o 125º lugar no ranking da saúde conforme a ONU, e , assim, vem colaborando com o número de mortes diante os escassos recursos do SUS.
Não obstante, fazem-se urgentes medidas para a mitigação da problemática em questão. Portanto, é mister que o Ministério da Economia direcione verbas para a melhoria do setor público de saúde, já que vem acontecendo diversos cortes nessa sessão. Tal ação deve ser feita por meio da criação de mais hospitais e do inveestimento em instrumentos para tais locais, pois as unidades básicas as vezes não podem atender os pacientes pela falta de mecanismos e até de profissionais, assim, o direito a saúde será amplamente oferecido.