Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 08/09/2023
A saúde é um direito fundamental da constituição de 1988, sendo dever do estado garantir o acesso universal e igualitário a todos. No entanto, nem todos conseguem ter o direito à saúde quando precisa, dado as longas filas de espera do sistema publico de saúde. Assim, com vistas a combater o revés, urge a necessidade de uma profunda análise não só da negligência estatal, como também da desigualdade social.
Nesse contexto, faz-se crucial apontar a negligência estatal a como um agravantedo revés. Sobre isso, a OMS define saúde como um estado de completo bem-estar não só físico, mas também social e mental. Todavia, nota-se que, por conta da falta de investimento do poder público , que é responsável administração das unidades de saúde, substancial parcela da população não testemunha a prática desse conceito, devido à precariedade do atendimento e morosidade para agendar consultas, tal como também exames. Dessa forma, é inadmissível que o governo não trate como prioridade esse direito indispensável.
Outrossim, é preciso observar a influência da desigualdade social no infortúnio. Dessa maneira, segundo o instituto ipsos, 9 em cada 10 brasileiros não podem arcar com despesas de saúde. Nesse sentido, fica claro que os hospitais são essenciais para a sociedade, porém, eles não conseguem assistir a todos os públicos, uma vez que a população mais carente é impossibilitada se deslocar aos pontos de atendimento nas grandes cidades, devida a falta de dinheiro para o transporte adequado dos enfermos que estão acamados. Desse modo, é essencial que todos sejam acolhidos para receber os cuidados necessarios.
Infere-se, portanto, a necessidade de intervir nos desafios relacionados ao direito à saúde no Brasil. Para tanto, é dever do Ministério da Saúde, dada a sua importância na manutenção do bem-estar do corpo social, não só investir mais nos hospitais com a contratação de mais funcionários para atendimento e médicos, como também ajudar financeiramente com auxílio os pacientes e os familiares mais necessitados. Tais ações, devem ser realizadas através de investimento financeiro no núcleo da saúde, a fim de reduzir as fila de espera e melhorar a qualidade do atendimento médico e assistencial .