Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 09/05/2024

Segundo o SUS todos os brasileiros tem direito a saúde, porém baseado no cotidiano e nos textos acima, a população é extensa para a quantidade de leitos e serviços disponíveis, mas em relação a outros países somos privilegiados.

As pessoas entre 12 a 40 anos de idade geralmente tem menos enfermidades, a não ser que adquiram algum vírus altamente contagioso que não possui tratamento adequado ou vacinas. Em 2020 presenciamos o cenário de colapso na saúde que pelo coronavírus onde todas as idades foram atingidas, houve um expressivo número de mortalidade e sequelas residuais.

Realidade que vivenciamos no momento é o alto índice de dengue em todas as cidades brasileiras com sintomas bem agravantes, que muitos até necessitam de internação, transfusão de plaquetas e sangue, pela plaquetopenia e mal estar geral, abrangendo todas as idades. Ao menos podem receber a consulta gratuita.

Apesar dessas doenças citadas, a maioria da população que possui mais predisposição e imunidade baixa são os idosos e crianças, que internam mais facilmente por doenças respiratórias e gastroinstestinais. A expectativa de vida para idosos tem aumentado pela questão de qualidade de vida e medicamentos mais eficazes para tratar comorbidades, proporcionando mais anos vividos. Mas chega uma certa idade e podem adquirir aterosclerose, sofrer quedas e fraturar alguma parte do corpo, necessitando principalmente de cirurgias de urgência como cateterismo cardíaco com angioplastia e artroplastias, fisioterapia e muitas vezes o processo para realização é demorado.

Sabemos que quem tem plano de saúde geralmente é atendido com mais facilidade, as cirurgias geralmente são autorizadas pois estão no rol de procedimentos da ANS, claro que cada caso é analisado e posto em auditoria para ser liberado. Já no Sistema Único de Saúde é mais precário, demora mais tempo para realizar exames de alta complexidade, cirurgias e procedimentos.

Temos direito a saúde gratuita, assim como procedimentos e medicamentos, porém nem sempre quando precisamos com urgência, somos atendidos de imediato. A maneira mais eficaz é promover e prevenir a saúde da população e torcer para não ocorrer catástrofes, pandemias e muitas comorbidades descompensadas.