Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 07/10/2024
O sistema de saúde brasileiro enfrenta inúmeros desafios no manejo dos pacientes,tanto o Sistema Único de Saúde (SUS), como a saúde suplementar precisam buscar novas alternativas para melhorias da jornada centrada no paciente e mantendo a instituição economomicamente saudável. De acordo, com pesquisas recentes 70% da população dependem do SUS e a parcela restante possuem plano de saúde privado. O SUS vive um dos maiores problemas e desafios, devido ao número elevado de atendimento e uma gestão de recursos financeiros deficiente. O paciente que acessa o SUS sofre em tempo de espera, especialmente quando se trata de procedimentos mais complexos e necessidades de insumos de alto custos. A saúde suplementar é uma altenartiva para aqueles que possuem condições financeiras de manter os custos mensais do serviço. No entanto, as operadoras tem sofrido bilhões de gastos assistenciais por ano, muitas vezes sendo desnecessários ou ineficientes, gerando maior despesas. Mesmo com uma receita financeira, o número elevado de gastos retorna a população com os reajustes do planos e a escassez dos serviçoes necessários, bem como aumento no tempo de atendimento devido burocracias inseridas. A evolução tecnológica vem transformando todos os setores e na área da saúde vem apresentando excelentes soluções que auxiliam na jornada dos pacientes, na qualidade dos serviços de saúde oferecidos e na gestão dos custos. Dessa forma o papel do médico também vem se tornando mais colaborativo, integrando profissionais da saúde, enfermeiros, farmacêuticos, engenheiros e especialistas em tecnologia. Para o sistema de saúde brasileiro essa é uma oportunidade de oferecer um atendimento mais eficiente, focando na segurança do paciente e mantendo o menor custo. No entanto, essa transformação exige o investimento da instituição e a busca por melhoria contínua nos hospitais e no manejo do pacientes. Estamos vivendo um momento no qual precisamos unir esforços para mantermos a excelência no atendimento, mantendo a viabilidade economica da operadora ou instituição.