Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 04/11/2024

Ao longos dos anos, com o aumento da população mundial e os avanços tecnológicos, diversas áreas de nossa sociedade sofreram atualizações, e a saúde foi uma delas. Com frequencia temos a descoberta de novas medicações, a elaboração e criação de novas vacinas e até mesmo formas diferentes de tratamento que visam a ausência de patologias associadas não apenas ao aspecto físico, mas também ao aspecto psicológico e emocional. No entanto, certos pontos ainda não tiveram melhoria ou solução efetiva e a dificuldade de acesso de alguns usuários ao sistema de saúde ainda é um deles.

Em solo brasileiro, graças a lei 8.080, temos disponível tanto o Sistema Único de Saúde (SUS), o qual objetiva a integralidade, equidade e universalidade a todos os usuários a usufruirem de todos os serviços de forma gratuita, quanto o sistema de saúde privado que atende de forma mais exclusiva e com melhores estruturas. Sabe-se que muitas pessoas de nossa população tem uma ideia errada sobre como o sistema público e o privado podem atuar juntos, quando na verdade eles se complementam e devem trabalhar de forma compartilhada para maior benefício da sociedade.

Por isso a criação de novas clínicas e hospistais, sejam eles públicos ou privados, deve sempre ser enxergada como algo positivo. Para que a classe social, nível de escolaridade ou qualquer outro aspecto que nos segregue como sociedade não seja um empecilho para que um atendimento de saúde com qualidade, efetividade e profissonalismo seja proporcionado a todos nós. Por isso cabe aos profissionais de saúde continuarem se especializando e se profissionalizando para oferecer uma atenção humanizada e empática, bem como é dever das autoridades continuarem investindo e zelando pela promoção dos serviços de saúde. Até porque, os cidadãos saudáveis de hoje são a geração resistente às doenças de amanhã.