Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 04/12/2024

A saúde em nosso país

Somos um dos cinco países mais populosos do mundo, porém isso não quer dizer que temos um bom sistema de saúde. Pelo contrário temos um sistema de saúde precário e com poucos pontos positivos, filas de espera, falta de medicamentos, má qualidade de atendimento, entre outras coisas.

Precisamos de menos leis e mais mercado, mais concorrência, menos intervenção estatal e mais competição.

Históricamente, verificamos que a concorrência com menor intervenção estatal tem melhores resultados ao longo o tempo, e a partir do momento em que temos intervenção estatal, somos forçados a entrar em um sistema de monopólio, onde quem diz o que é bom, é um terceiro, um político, uma mídia, e não a população.

Não adianta termos um sistema unificado de saúde, se a qualidade é baixa, e a demanda é alta. Com a concorrência privada e livre, temos um mercado mais competitivo e eficiente, onde melhorar e evoluir não será uma opção, e sim o único modo de sobrevivência, pois as pessoas sempre buscam o melhor para si e para os seus.

Outro ponto importante é a dispersão da população, expandir para conquistar, pesquisas mostram que há uma diferença alarmante entre o número de leitos, entre regiões da grande são paulo, porém, são paulo é uma das três cidades mais populosas do mundo. Dispersando a população e distribuindo um sistema de saúde de qualidade, acarretará em uma melhor eficiência. Com menor ou nenhuma interferência estatal, as empresas podem elaborar maior quantidade de planos, com pacotes diferentes, atendendo a necessidade de cada pessoa ou núcleo familiar, ampliando o sistema pois o mercado busca os lugares mais remotos onde há a necessidade do produto ou serviço, o mercado busca a necessidade do cliente, e devido a essa necessidade que as empresas prosperam, oferecendo produtos ou serviços. Dessa forma conquistamos o direito a uma saúde de qualidade moldada com o tempo e às pessoas, e não imposta pelo estado.