Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 12/12/2024
Apesar da saúde ser definida como universal, acessível e gratuita para todos, segundo a ONU, na maioria dos países essa realidade não se aplica, beneficiando apenas as pessoas com maior poder econômico. Mesmo no Brasil, que apresenta o Sistema Único de Saúde (SUS), onde todos tem direito a saúde, não consegue dar conta de oferecer saúde de qualidade para um país de tamanho continental.
Colaborando o argumento, podemos citar o número insuficiente de unidades de saúde gratuitas nas regiões que mais necessitam, a falta de profissionais da saúde e de equipamentos adequeados para realizar os procedimentos, onde a infraestrutura dos hospitais públicos é precária tendo pouco investimento no segmento da saúde comparado com o quantidade populacional
Nota-se também que a quantidade de hospitais é desigual, favorecendo as áreas com maior fonte de renda para receber uma melhor estrutura e melhores equipamentos, dessa maneira, a maioria da população brasileira é prejudicada, membros das classes sociais: E, D e C, passam por filas de esperas enormes, por falta de opção, essas dificuldades, fazem o brasileiro médio deixar a saúde como segundo plano, com receio de perder emprego, tempo, dinheiro ou até mesmo ficar mais doente na fila de espera, como ocorreu no surto de COVID-19, o maior trunfo para a população
são os planos de saúde, porém apresenta um valor, no qual o brasileiro não tem condições de pagar, sobrando apenas o uso dos hospitais públicos um sistema de qualidade que acaba sofrendo com sobrecarga.
Buscando a resolução da problemática, é necessário uma análise inteligente para distribuir os investimento, fitando o equilíbrio e a qualidade dos hospitais públicos e unidades de atendimento para a população, juntamente com planos de saúde com valores mais acessíveis para as classes mais baixas.