Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 12/12/2024
O direito à saúde é uma lei universal, ou pelo menos deveria ser.
Mesmo o Brasil sendo um dos países mais populosos do mundo, existe o sistema público gratuito para atender sua população, o Sistema Único de Saúde (SUS). Porém, a distribuição de leitos para atender toda a população de forma igualitária não ocorre. Isso é representado conforme trecho do texto 1, do qual demonstra que em regiões mais favorecidas de São Paulo, existem mais leitos, como na Zona Sul onde há trinta e cinco leitos para cada mil pessoas, enquanto na Zona Norte, região menos favorecida, tem índice menor de leitos disponíveis, menos de um leito para cada mil pessoas.
É essencial a distribuição igualitária de leitos para a população, independente da região, atendendo na essência os direitos humanos à saúde. Para isso, o governo brasileiro deve adotar medidas olhando para os dados que desde 2015 demonstram desiquelíbrio na distribuição da saúde. Hoje, quase dez anos depois das datas dos textos, acompanhando notícias referente medidas adotadas no setor da saúde, acredito que os dados devem ser mais alarmantes. Independente disso, é dever do governo adotar medidas das quais melhorem os índices de acesso da população à saúde, e não apenas isso, mas também sendo necessário olhar para a qualidade do serviços de saúde prestados.
Nem todos tem possibilidade de um plano de saúde, como demonstrado na tirinha do texto 3, onde o sistema público é a única saída para tais pessoas.
O direio a saúde no Brasil, de certa maneira, é referência para outros países, mas não atende a toda a população com a devida qualidade. A resolução normativa 424/2017 traz alguns pontos positivos para que as pessoas tenham melhora no atendimento, mas isso relacionado a planos de saúde. Por que não adotar os mesmos processos juntos ao SUS?