Direitos da terceira idade: Como enfrentar esse desafio nacional?
Enviada em 18/12/2020
É indubitável aos 60 anos, inicia-se, a terceira idade. Visto que, os direitos criados pelo Estatuto do Idoso partem desta faixa etária. Sabe-se, também, que no âmbito cinematográfico do gênero fantasia o idoso é exaltado e personificado por sua sabedoria. No entanto, o contexto social vigente consolida a acepção do termo idoso na vulnerabilidade. Assim, surge um desafio para o Estado brasileiro, um sabre: direitos da terceira idade. Em virtude do estopim populacional iminente de idosos.
Em primeiro plano é essencial que todo indivíduo usufrua dos seus devidos direitos. Uma vez que, foi promulgada a Constituição Federal em 1988. Entretanto, o psicólogo Goldberg afirma que o homem trata o espaço público como lugar a ser ocupado por quem chega primeiro. Situação contróversa ao Estatuto do Idoso, pois este garante prioridade a classe idosa tanto no setor público quanto privado. Logo, com a crescente demanda prioritária será difícil manter o equilíbrio e satisfazer a sociedade.
Ademais com efeito, uma saúde mental dos idosos é comprometida. Porque sente-se, em suma, ineficiente e desajustado perante a juventude. Haja visto considera-se a filosofia Utilitariana, originada na Inglaterra Vitoriana, na qual o objetivo é alcançar uma felicidade máxima possível para o maior número de pessoas. Infere-se que, para as futuras gerações o aumento de pessoas idosas impactará negativamente a logística de direitos. Salvo se efetivas efetivas não principais executadas.
Desse modo, portanto, ações são necessárias para a mudança desta situação. Primeiramente é preciso que mantenham-se os direitos conquistados dos idosos. Segundamente que haja uma parceria público e privada, onde visa-se a distribuição dos espaços de modo que satisfaça as gerações por vir. Terceiramente um maior protagonismo da terceira idade por meio de teatros, escolas e assistência social devem ser notável no território brasileiro. Com o intuito de favorecer a saúde mental tanto do idoso quanto dos seus familiares e obter harmonia coletiva. Sobretudo, cabe a cada idivíduo valorizar a sabedoria que o idoso tem em si.