Direitos da terceira idade: Como enfrentar esse desafio nacional?

Enviada em 11/07/2021

No período entre os anos 1900 a 1950, a taxa de fecundidade começou a diminuir, e em contrapartida, o número de idosos presentes no mundo aumentou. Em conjunto a isso, a criação de leis que asseguram os direitos da população com existência mais avançada se tornou evidente. Na contemporaneidade, muitas das normas criadas direcionadas ao bem-estar do grupo de terceira idade não são exercidas e nem colocadas em prática. E, por meio dessa realidade, são observados alguns efeitos negativos que prejudicam, tanto no desempenho individual do idoso, quanto na sua convivência com a sociedade.

Em primeiro plano, é necessário debater que é de grande importância a concretização dos deveres propostos pelas leis a favor dos idosos. Mas, em sentido contrário, essa não é uma verdade que se aplica aos dias atuais, uma vez que os indivíduos da terceira idade são submetidos - pela carência de informação análoga ao interesse das pessoas sobre o grupo - aos maus tratos e a falta de exercer seus direitos em comunidade. Mediante a essa ideia, intensificou-se os números de denúncias contra a violação das leis disponibilizadas para as pessoas de idade avançada, fator que se evidencia por uma fala do secretário nacional de promoção e defesa dos direitos da pessoa idosa, António Costa, a qual revela que em maio do ano de 2020, houve um aumento de 17 mil nos casos de violência em idosos.

Somado a isso, vale discutir que a falha de acordo com realização das leis da terceira idade, resulta em uma grande quantidade de impasses para a população. Além de que as vítimas passarão a possuir problemas em sua convivência pessoal, já que terão que enfrentar novos desafios e ultrapassar diversos impasses, essas não reparações dos direitos da pessoa idosa causam adversidades em seu relacionamento com o grupo social, uma vez que o mesmo tem que lidar com algumas dificuldades como negligência, violência psicológica, abuso financeiro e econômico, por exemplo, e por isso passa a adquirir receio sobre muitas pessoas e não consegue obter uma boa ligação afetiva com uma parcela significativa da população.

Portanto, é primordial diminuir todas as repercussões causadas pela dificuldade de enfrentar o ato de não cumprir as normas propostas para o grupo da terceira idade. Por isso, cabe ao Estatuto do Idoso, em conjunto com o Poder Judiciário do Brasil, promover fiscalizações das leis do pessoa idosa, ao mesmo ponto que deve criar campanhas que mostrem a importância de proporcionar os direitos para as pessoas de idade mais avançada, de forma que incentivem o grupo social a seguir de acordo com o que a lei propõe. Dessa maneira, a dificuldade proposta pelo problema de enfrentar os desafios da terceira idade serão superados de forma mais ativa.