Direitos da terceira idade: Como enfrentar esse desafio nacional?

Enviada em 11/07/2021

Os avanços da tecnologia trouxeram melhorias no quesito saúde, sendo ela como condições sanitárias ou em hospitais públicos e privados. Logo, a população idosa teve um aumento botando em pauta questões relacionadas aos seus direitos, muitas vezes negados, e uma certa violência que essa parcela da sociedade, tão frágil, sofre.

Portanto, o Estatuto do Idoso garante leis como gratuidade e assentos reservados em transportes coletivos, atendimento preferencial em hospitais e até o benefício de um salário para os que não conseguem garantir a subsistência. Entretanto, é nítido não só o descumprimento dessas leis, como por exemplo a falta de serviços indispensáveis, como atendimento médico em tempo hábil, disponibilidade de medicamentos para diabetes e hipertensão, doenças muito comuns nessa idade, como também a falta de uma estrutura urbana que os abranja como rampas e corrimões.

Ademais, segundo projeção da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2050, a população brasileira será composta de 30% de pessoas com 60 anos ou mais. Com isso, é importante salientar a violência sofrida por eles dentro do âmbito familiar sendo, vítimas da própria família, sofrendo agressões físicas, psicológicas, sexuais e negligências, quando não são abandonados em asilos, descumprindo uma lei do Estatuto que garante que os familiares do idoso não os abandonem em hospitais e casas de saúde.

Para finalizar, o Estado e o Ministério da Justiça devem garantir o cumprimento das leis propostas pelo Estatuto, assim como melhoras no acesso à saúde e proteção aos maus tratos por meio de campanhas, fiscalizações frequentes e leis com o fim de trazer condições melhores para esses que já foram cidadãos ativos na sociedade e que merecem o seu descanso.