Direitos da terceira idade: Como enfrentar esse desafio nacional?

Enviada em 20/10/2023

Barão de Itararé, um dos criadores do jornalismo alternativo, estava certo ao di-zer: " O Brasil é feito por nós, falta desatar os nós". Nesse sentido, a quebra dos di-reitos da terceira idade é um nó a ser desatado no cenário atual do país, seja pela ineficiência legislativa, seja pela ineficaz mídia.

Em primeira anáise, faz-se necessário debater como a ineficiência lesgislativa corrobora com essa problemática. O artigo sexto da Constituição Federal de 1988 garante à previdência social aos idosos no país. Contudo, tal direito não se faz vigente devido ao desvio dessa verba de apoio, como informado pela Delegacia de Proteção ao Idoso (DPIP) para revista globo. Por meio disso, essa discordância com a Carta Magna impossibilita uma boa vivência para a população com uma faixa etária elevada por fins financeiros revelando a urgência da correção desse entrave.

Ademais, é imprescindível discutir a forma que a ineficaz mídia age como com-plicador dessa temática. De acordo com pensamento de Nelson Mandela, político sul-africano, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Sendo as-sim, a mídia não discemina instruções afim de proporcionar uma educação a priori de comportamentos para a manutenção e gozo dos direitos dos idosos, ocasionan-do na fácil quebra desses fundamentos, como casos de agressão doméstica e abandono desse grupo. Dessa forma é notória a importância da educação midiática para a mudança desse mal à sociedade.

Portanto, é dever da mídia, combater a desinformação supracitada para a extinção da violência aos direitos desse grupo vunerável, por meio de uma maior exposição de casos em que o Estatuto do idoso foi desrespeitado e a procedência sobre tal situação para sua proteção. Além disso cabe ao Governo Federal a criação de programas fiscalizadores da integridade monetária dedicada à previdência so-cial afim de evitar o desvio dessa verba. Só assim, os nós propostos por Itararé serão desatados para a contrução de um Brasil mais humanitário.