Diversidade de gênero em questão no Brasil

Enviada em 07/11/2019

A novela A Força do Querer trouxe às redes televisivas uma das primeiras transformações de gênero com a personagem Ivana. Esta história teve muita repercussão, tanto para o lado bom quanto para ruim, pois mostrou como parte da população ainda tem preconceito e desrespeita a sexualidade ou o gênero de outras pessoas. Esta atitude, às vezes, tem cunho ofensivo e pode se tornar violenta ou criminosa, por isso devem haver punições para tais infratores, mas primeiramente, é necessário que a população encare todos os tipos de gênero com respeito e aceitação.

De acordo com os fatos anteriores, cita-se a música Metamorfose Ambulante, de Raul Seixas, onde o eu lírico diz que prefere ser uma representação diferente do que ter uma opinião concreta que não se adapta a mudanças. Esta canção remete a ditadura, na qual as pessoas não podiam se expressar e muito menos ser quem realmente queriam. Portanto, a discriminação e preconceito contra diversos gêneros é um fator histórico no país e desde então há indivíduos contra e a favor dos vários tipos de relacionamento.

Ademais, as ofensas contra as pessoas por causa do seu gênero causam grandes impactos psicológicos na vida destes indivíduos, podendo causar, muitas vezes, depressão e até mesmo revolta contra os infratores. Portanto, é nítido que a população merece respeito, não importando qual seu gênero, pois ninguém deve ser julgado por sua sexualidade ou escolhas. Com isso, é preciso que o Mistério da Justiça se certifique que os preconceituosos estejam sendo punidos, podendo por exemplo, aprimorar programas que identifiquem xingamentos e inventar novos e eficientes aplicativos que auxiliem na denúncia contra possíveis agressores. Além disto, é notório que deve haver intervenção por parte do Ministério da Educação, que por sua vez pode propor palestras com temas abordando a divercidade de gêneros e orientando professores a ensinar que respeito serve para qualquer indivíduo e é com ele que esses problemas começam a dininuir, pois como dizia Pitágoras, “eduquem as crianças para que não seja necessário punir os adultos”.