Diversidade de gênero em questão no Brasil

Enviada em 14/11/2019

Diferentemente do que é pensado pela maioria, a diversidade de gêneros sempre existiu tanto na espécie humana como em várias outras de seres vivos, incluindo quase todos os mamíferos. Casos como de homossexualismo e transgêneros estão condicionados a uma questão biológica e hormonal, diante dos estudos de cientistas e com o avanço da medicina atual. O homossexualismo, por exemplo, sempre foi muito condenado pela humanidade aliado a um senso comum de que não é algo normal, porém na sociedade atual esse conceito vem evoluindo e a diversidade de gênero vem sendo cada vez maior, condicionada pela liberdade de orientação e identidade de gênero, podendo ser considerado um enorme avanço.

Primeiramente, a questão da intolerância tem que ser severamente combatida. Nos últimos anos vem surgindo no Brasil e no mundo, uma corrente conservadora que combate todos os avanços que a humanidade teve como o de redução de preconceito, com ideias retrógradas de que a identidade de gênero não tem que ser discutida nas escolas e em outros lugares. É fundamental que seja discutida e exposta para a sociedade essa diversidade e liberdade de gênero e orientação sexual, sabendo que não é uma condição gerada pelo meio em que essa pessoa vive e suas influências, mas sim gerada pela questão biológica, ou seja, completamente normal.

Todos os gêneros tem de ser defendidos e precisam ter voz em uma sociedade democrática como a brasileira, com a finalidade de que o Brasil seja uma nação livre, plural e sem preconceitos. O número de homicídos cometidos contra pessoas LGBT’s ainda é muito alto e necessita de medidas para combatê-lo.

É fundamental que sejam lembrados os casos diários de homicídio e agressão e o preconceito que essas pessoas sofrem, sendo no brasil uma agressão a cada hora em média a uma pessoa LGBT, segundo o portal G1.

Diante do exposto, conclui-se que é fundamental o amplo debate do tema. Portanto, é proposto que ele seja apresentado nas escolas através de cartilhas que sejam aprovadas pelo Ministério da Educação. Além disso, que o poder Legislativo crie o dispositivo legal da lei que seja mais rígido com os casos de agressão relacionada à homofobia, com punições severas.