Diversidade de gênero em questão no Brasil

Enviada em 25/09/2020

De acordo com a Constituição Federal do Brasil, é dever do Governo assegurar a atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de segurança da diversidade de gênero no país. Entretanto, o não cumprimento desta lei se torna evidente, visto que a discriminação de alguém pela sua determinação de gênero e a intolerância da orientação sexual de cada pessoa na sociedade torna-se preocupante. Com base nesses dados, faz-se simplório acreditar que a questão da diversidade de gênero no Brasil vêm sendo negligenciado pelo Governo ao longo dos anos.

Em primeiro lugar, é indubitável que a questão da diversidade de gênero no Brasil e suas aplicações esteja entre os fatores que atenuam o problema da discriminação da determinação de gênero. Nesse contexto, é importante enfatizar que o Governo não vem levando isso a sério, dessa forma sendo assim negligente com a população brasileira. Nesse espectro, é válido analisar que o desconhecimento acerca da discriminação de algum indivíduo pela sua determinação de gênero influi em comportamentos inadequados contra os brasileiros, sendo assim indispensável uma ação contra tal ato. Segundo o filósofo chinês Confúcio, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”.

Faz-se mister, ainda, salientar o aumento dos ciclos negativos repetitivos, ou seja, a intolerância a orientação sexual de cada pessoa na sociedade ao longo dos anos como impulsionador da homofobia no campo social. Conforme o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. À vista disso, a plataforma digital da Agência Nova/SB, monitorou a internet e encontrou dez tipos principais de intolerâncias. No total, foram analisadas 393.284 menções feitas por internautas de todo o país em redes sociais e também em páginas de blogs e comentários de sites da internet. As intolerâncias foram direcionadas a questões de homofobia, racismo, religião, xenofobia, política e entre outros.

Destarte, fica evidente a tribulação da diversidade de gênero em questão no Brasil. Torna-se, assim, indubitável a questão do Governo Federal, mediante o Ministério Público, formarem novas maneiras para que todos tenham seus direitos respeitados para, assim, poder ter uma qualidade de vida adequada, criando novas leis para que não ocorra violência verbal e física contra pessoas de gênero e orientação sexual diversificadas, garantindo, dessa forma, uma utilização que de fato, integra os indivíduos e promove a plena construção de conhecimentos. Cabe à mídia o papel de fazer campanhas publicitárias e debates em horários nobres em canais de televisão com informações sobre tal temática. Sob essa perspectiva, a fim de que esse conjunto de problemas sejam cada vez menos recorrentes no país, visto que garantir o bem-estar e a segurança da população é garantir a ordem e o progresso.