Diversidade de gênero em questão no Brasil

Enviada em 07/10/2021

Os meses de maio e de junho incluem datas importantes para os direitos humanos relativos à diversidade sexual e de gênero. Remetem a uma história de lutas contra a criminalização e a patologização de condutas, e pelo efetivo combate à discriminação e a violações de direitos fundamentais, que se estende desde pelo menos o final do século XIX.

Ela diz respeito à atração que se sente por outros indivíduos. Ela geralmente também envolve questões sentimentais, e não somente sexuais. Assim, se a pessoa gosta de indivíduos do sexo oposto, falamos que ela é heterossexual (ou heteroafetiva). Se a atração é por aqueles do mesmo sexo, sua orientação é homossexual (ou homoafetiva). Há também aqueles que se interessam por ambos: os bissexuais (ou biafetivos). Pessoas do gênero masculino com orientação homossexual geralmente são chamados de gays; e as do gênero feminino, lésbicas.

Ainda que a destruição do conceito de gênero seja uma questão nova ou distante para a maioria da sociedade, pensar sobre gênero também é pensar sobre liberdade e cidadania. No mundo atual onde pessoas se expressam de forma tão diversa e plural, o respeito à singularidade e a tolerância de cada indivíduo torna-se fator de extrema importância. Olhar para um mundo com mais respeito à diversidade dos gêneros é entender que o outro, independente de sua orientação é alguém que merece respeito e direitos políticos, sociais e econômicos.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Como disse o filósofo Imamnuel Kant: “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. É imprescindível que o Ministério da Educação eleve a carga horária das aulas de Sociologia, com o propósito de ampliar as discussões sobre o assunto, com jovens e crianças, tendo em vista a diminuição do preconceito entre as gerações futuras. Com o intuito de amparar e assegurar a cidadania entre diversos gêneros existentes, visando a inclusão social dessas pessoas e a redução da discriminação vigente no Brasil.