Diversidade de gênero em questão no Brasil

Enviada em 27/10/2023

A 30 anos a OMS deixou de considerar a homosexualidade como doença e pediu para que todos os países seguisem a orientação. Porem, ainda a muito a ser feito pela comunidade LGBT, que incessantemente luta pelos seus direitos visto que, atualqmente temtam esclarecer as questões sobre a diversidade de gênero no Brasil para uma sociedade com pouca informação.

De início, o Brasil é considera um dos países mais preconceitusos do mundo segundo a ONU em um relatório de 2018, ali mostra que um cidadão homosexual é assasinado no país todos os dias. Sem dúvida, o tema deve ser abordado e exposto a toda comunidade como foi feito na série “Sex Education”, é possivel ver jovens vivendo em boa convivência sem seus difentes gêneros alterar o respeito, a segurança, saúde e mentalidade do restante dos cidadõe.

Além disso, a baixa escolaridade dos brasileiros dificultam o entendimento das informações sobre a pluraridade de gêneros atualemte já que, um corpo social que não tem ensíno de biologia e ciências adequado teram mais dificuldade para compriender que a diversidade é um fator biológico e não uma doença como foi e ainda é pregados por ignorantes analfabetizados em alguns cantos do Brasil.

Desse modo, aUniversidade de São Paulo “USP” em 2020 postou um raltório que afirma que “Descontruir o pensamento que o gênero dirveso é ruim e errado pode levar alguns anos porém não é impossível” assim, deixando claro que por meio da educação é viável aclarar as questoes que cercam o tema. Certamente, como afirmou o filósofo Kantt “O homem é quilo que a educação faz dele” ou sejá, é possivel informar todos o corpo social no brasil por meio de ensíno e deixar que as pessoas de difentes gêneros vivam seguras como diz a Contituição de 1988.

Enfim, é evidente que a educação é melhor maniera de mostrar e informar a todos sobre o tema. Cabe ao Ministerio da Educação em trabalho com os estudiosos da USP elaborar videos ilustrativos, palestras de fácil entendimento e para inofrmar os cidadões de baixa escolaridade e dispor desses informes em escolas, pontos de atendimentos de saúde como hospitais. Demais, iniciar cursos de aprimoramento sobre o ponto em professores ativos nas escolas visanto começar dismitificar a diversidade de gênero nas geração de jovens e adutos assim, sacando todas as duvidas e formando um sociendade mais igualitaria para toda diversidade do corpo social no Brasil.