Doenças autoimunes: desafios para o tratamento no Brasil
Enviada em 06/08/2026
A série médica “Sob Pressão”, de direção brasileira, elucida o dia a dia de profissionais da saúde atuantes no setor público. O seriado mostra, dentre tantos desafios, a escasez de atendimento hábil aos enfermos ocasionando o não diagnóstico prévio de doenças. Ao transpor o viés fictício, nota-se a intensificação desse entrave, cujo explicita os desafios para o tratamento de doenças autoimunes no Brasil. À vista disso, urge a necessidade de discussão da problemática, a qual é fundamentada não somente pela negligência estatal, mas também pela insuficiente visibilidade midiática - esta, que possui forte valor injutivo na sociedade atual.
Sob essa lógica, convém destacar a displicência do Estado como agravante dessa situação. Isso ocorre, pois as intituições encabidas de formular e implementar políticas públicas de qualidade falham neste processo. À luz desta discussão, o geógrafo brasileiro Milton Santos afirma que a cidadania plena depende da garantia efetiva dos direitos constitucionais, nesse sentido, discute-se a ineficiência logística de atendimento indivídual a população por meio de exames corriqueiros para asseguridade no bem estar. Consequetemente, perpetua-se uma sociedade que estigmatiza o atendimento de saúde pública devido a grande espera para diagnóstico, mas ainda que haja a crítica, é o unico meio de acesso à saúde. Logo, fica a necessidade de reformulação da postura governamental.
Somado a isso, convém destacar a limitada visibilidade midiática como agravante desse cenário, tendo em vista o papel desempenhaddo pelos meios de comunicação na formação da opinião pública. Cooperando com esse entedimento, Pierre Bourdie, em sua obra “Sobre a Televisão”, argumenta que os meios de comunicação contribuem para definir o que recebe maior atenção no espaço público. Dessa forma, cria-se um cenário de invisibilidade social que distancia quem mais precisa do acesso à informação, dificultando a conscientização.
Portanto, cabe ao Governo Federal por meio dos Ministérios de Comunicação Social e Saúde - utilizando do SUS, a elaboração e ampliação de políticas públicas voltadas ao enfrentamento deste problema, mediante a destinação de recursos e a criação de programas específicos com a articulação de estados e municípios, a fim de assegurar a efetivação dos direitos da população afetada.