Doenças autoimunes: desafios para o tratamento no Brasil

Enviada em 09/09/2024

Com o avanço da medicina desde suas origens nas antigas civilizações, muitas vidas foram salvas. No começo era proibido o estudo do corpo humano, hoje sendo uma das maiores áreas da tecnologia. Porém, na sociedade muitas doenças complexas ainda assolam uma parcela da população que sofre desesperadamente por um fim de sua enfermidade. No Brasil, a falta de investimento na saúde pública e a má remuneração do trabalhador, continuam a impedir a melhora de muitos.

Em primasia, a saúde pública ainda continua precária no território brasileiro. Em 2022 época de eleções, foi gravado um vídeo por um candidato a deputado que viralizou nas redes sociais retratando a precariedade e lotamento nas filas de atendimento do SUS. Deste modo, a falta de investimento na área de atendimento médico à população ainda persiste. Desta maneira, a população mais precaria com enfermidades ímpares prossegue lutando contra suas dores pela carência de aprimoração dos sistemas públicos.

Ademais, a pirâmide social econômica que demarca o acúmulo de capital, nega a inverter-se. Segundo dados da página Thermofisher, os tratamentos de doenças autoimunes não são baratos. Em virtude disso, muitas pessoas portadoras de enfermidades que trabalham por um tratamento continuam desamparadas, pois o bem estar no sistema é apenas para quem a elite se importa, sendo que o proletariado continua sendo explorado por motivos de produção e acúmulo de riquezas, tendo suas dificuldades deixadas de lado.

Em suma, a falta de estrutura da saúde pública em geral e a má remuneração do trabalhador impedem que muitas doenças sejam tratadas. O governo deve focar na saúde e educação do povo brasileiro, pois talentos perdidos poderão vir a ser resultados econômicos, dando valor para a população nativa. A mudança no sistema da compra de fármacos dando acesso aos produtos baseados na renda e necessidade do enfermo são obrigatórios. Assim, a população terá meios de tratamento, podendo sair de situações de extrema dificuldade e enfretar uma nova realidade, menos dolorosa.