Doenças autoimunes: desafios para o tratamento no Brasil

Enviada em 14/09/2024

Ao longo da história, a humanidade buscou evoluir as técnicas medicinais, dese-jando estabilizar o estado fisiológico dos enfermos. Analogamente, ao situar a linha temporal no Brasil hodierno, nota-se que esse desejo ainda permeia a sociedade, uma vez que o país enfrenta uma crise crônica entorno dos desafios para o trata-mento das doenças autoimunes. Assim, a fim de instituir a homeostase tão almeja-da para os pacientes, deve-se apontar esses impasses que são: o desconhecimento dos riscos demonstrados pelos sintomas e a falta de infraestrutura médica.

Diante desse cenário, firma-se um nexo causal entre o desentendimento dos perigos evidenciados pelas sensações patogênicas e a problemática em questão. Isso porque, com base na neurociência evolutiva, o organismo dotado de consciên-cia tende a remediar as aflições sensitivas que pertubam a sua existência. Nessa lógica, o Homo sapiens, ao conectar um sintoma constante ao indício de uma en-fermidade imunológica, procurará auxílio médico urgentemente. Em contrapartida, percebe-se que a instrução inexistente sobre a temática obstrui a sequência racio-nal supradescrita, obstrução que impede a tomada de consciência da ameaça.

Ademais, evidencia-se a precária materialidade hospitalar como retardador do tratamento eficiente das doenças sistêmicas em discussão. A respeito disso, segun-do o livro “Fundamentos da Biologia Moderna”, condições em que o próprio siste-ma de defesa ataca o corpo possuem diagnósticos complexos, os quais demandam diversos aparatos examinatórios. Em paralelo, sabe-se que esses instrumentos só são encontrados em centros clínicos de ponta. Ou seja, estruturas públicas de saúde defasadas não facilitam a avaliação patológica e, consequentemente, atra-sam o tratamento precoce que, conforme o livro citado, é tão necessário.

Em suma, é indubitável afirmar que o tratamento das patogenias autoimunes en-frenta desafios que devem ser superados. Dito isso, é dever das instituições de ensino, responsáveis pela instrução dos cidadãos brasileiros, ensinar sobre os diversos tipos de alerta do organismo, por meio de palestras ministradas pelos agentes de saúde, objetivando a detecção de potenciais perigos. Alem disso, o Estado tem a obrigação de aprimorar a infraestrutura dos hospitais, intuindo fornecer diagnósticos mais preciso. Dessa forma, atenuar-se-á a crise.