Doenças autoimunes: desafios para o tratamento no Brasil

Enviada em 04/10/2024

O artigo 7 da DUDH - Declaração Universal dos Direitos Humanos - determina que “Todos têm igual direito de proteção perante a lei”, mas a ausência de leis firmes para proteger a saúde de pessoas autoimunes ainda existe como desafio brasileiro.

Visto isso, pede-se que o governo assegure o tratamento das pessoas com doenças autoimunes no Brasil. Por conseguinte, a educação sobre a existência de doenças autoimunes também é uma tarefa do Estado que evita preconceito aos doentes.

Sob essa ótica, o regime político têm a autoridade e a função de dar seguridade de saúde aos patriotas, por isso, é correto solicitar do poder público, ações efetivas frente aos reveses de portadores de doenças raras. Nessa lógica, não ajudar com políticas ao sujeito que precisa de tratamento contra doenças de difícil diagnóstico é uma violação de direitos. Vale pontuar que de acordo com o sociólogo do séc. XX , Pierre Bordieu, a “violência simbólica” existe como um espectro social que resulta da incompetência da administração política em salvaguardar os viventes e, não prover bem-estar aos enfermos autoimunes equivale uma “violência sutil”. Desse modo, a falta de leis favorecendo tratamento de doenças raras é uma hostilidade.

Por consequência, não basta que o governo contribua com o sucesso do tratame-nto médico, mas também é salutar que eduque a sociedade sobre as doenças puco conhecidas, com o fim de evitar que portadores sofram discriminação. Nesse viés, o preconceito enquanto opnião fundamentada em senso comum, logra ser vencido com educação ao bom senso para driblar a adversidade da discriminação a pacien-tes. Outrossim, o sociólogo Émile Durkheim, também do século XX, defendeu que a sociedade pode induzir ao suicídio, um tipo de suicídio definiu “egoísta”, no qual a pessoa sente-se inferior, isto é, uma sociedade não erudita sobre o assunto das patologias atípicas consegue causar o sentimento de inutilidade no moribundo.

Logo, infere-se que o artigo 7 da DUDH precisa ser respeitado pela mecânica da legislação para dar saúde e também efetuar o ensino à postura social ante auto-imunes. Destarte, o Senado, este confecciona as leis, deve criar leis de benefícios médicos aos patriotas com doenças raras, por meio de votações, a fim de superar as adversidades de bem-estar que os autoimunes experimentam no Brasil.