Doenças autoimunes: desafios para o tratamento no Brasil
Enviada em 20/10/2024
Após a adoção da Constituição Federal, promulgada em1988, tornou-se direito do indivíduo o acesso a saúde. No Brasil, entretanto, os desafios enfrentados para o tratamento de doenças autoimunes é fator que interfere no cumprimento dessa prerrogativa. A falta de conhecimento sobre esses quadros e o pouco recurso direcionado ao tratamento desses distúrbios, são questões que intesificam essa problemática. Cabendo, desse modo, a avaliação dessa situação, para buscar instrumentos que interfiram positivamente nessa realidade.
“O importante não é viver, mas viver bem”. A frase do filósofo grego Platão, elucidando a necessidade de se ter garantida uma qualidade de vida como característica da dignidade humana, é observada com distanciamento da realidade de pessoas com doenças autoimunes no Brasil. A falta de campanhas televisivas e materiais expostos nos ambientes de atenção a saúde sobre esses quadros, seus sintomas e possíveis tratamentos, tem afetado diretamente no crescente número de casos de pacientes em estágio avançado desses problemas. A exemplo de tais fatos, estão expostos do site Estadão, em 2023, apontando um relato de uma paciente com psoríase e sua dificuldade para descoberta do distúrbio.
Além disso, a falta de recursos direcionados ao tratamento dessas questões vem como agravante dessa problemática. O pouco investimento em remédios, terapias alternativas e em profissionais especializados para o diagnóstico, tem afetado na falta de qualidade de vida desse público. Evidenciando tais fatos, estão indicativos expostos pelo site Correio braziliense, em 2023, apresentando a falta de ditribuição correta de medicamentos, para o tratamento dessas doenças autoimunes, como fator recorrente. Discordando, desse modo, com os direitos assegurados na Constituinte, e explicitando a necessidade de se intervir nesse cenário decadente.
Dessarte, faz-se necessária a adoção de medidas de intervençao. Cabendo a grupos de apoios ligados a esse público, por meio de manifestos, explanar os sintomas, possíveis tratamentos e a necessidade de buscar ajuda médica no início. Ademais, o maior direcionamento de verbas para a compra de remédios e contratação de profissionais especializados, pelo Governo Federal, e mediado pelo Ministério da Saúde, é medida plausível. Buscando, assim, interferir positivamente.