É fundamental o combate ao tráfico de pessoas
Enviada em 04/05/2018
Em 1888, a princesa Isabel assinou a “Lei Áurea”, que aboliu a escravidão no Brasil. Os anos se passaram e sabemos que a lei não pôs um fim nesse aproveito desumano, pois no limiar do século XXI o tráfico de pessoas é responsável não só pelo trabalho forçado como também pela exploração sexual dos mesmos. Nesse sentido, medidas precisam ser tomadas para o combate ao tráfico de pessoas.
De fato, muitos cidadãos são usados por meio da força para a mão de obra barata. É verídico que a pobreza é enfrentada por uma porcentagem de pessoas em grande número, levando à aceitação desses serviços sem fundo lucrativos para os mesmos. Acarretando em um movimento alto de dólares no mundo para os traficantes. Urge assim, maior articulação no controle do contrabando da população, pois como disse Martin Luther King “A injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo lugar”.
Por conseguinte, grande parte dessa exploração, é a sexual, onde muita das vezes foi tratada como situação diferente. Várias meninas são levadas à diversos lugares para serem obrigadas a se prostituir. A consequência disso, é a sua liberdade sendo arrancada sem direito de escolha, e o seu direito de ir e vir deixado de lado. Logo-se faz mista a participação dos movimentos ativistas para o fim desses abusos serem acatados.
Nesse contexto, torna-se claro, portanto, o ponto no qual se deve intervir para o combate ao tráfico de pessoas. A ONU (Organização das Nações Unidas) deve fortificar a fiscalização em todos os paises, juntamente com a marinha e a aeronáutica, com o intuito de somar a locomoção de pessoas para o trabalho forçado. Assim, a luta da princesa Isabel pela abolição da escravidão em 1888, será executada na “escravidão moderna” que enfrentamos.