É fundamental o combate ao tráfico de pessoas
Enviada em 31/05/2018
‘‘O importante não é viver, mas viver bem’’.A máxima de Platão torna-se alvo de reflexão em relação a qualidade de vida,entretanto essa não é uma realidade para diversos indivíduos,que ao serem designados ao tráfico humano,apenas vivem,não necessariamente bem.Contudo,questões como a impotência da Polícia Federal diante da situação,além da imprudência relacionada a certas propostas, refreiam a reversão do impasse. Indubitavelmente,a problemática do tráfico de pessoas persiste,acarretando mudanças bruscas na vivência das vítimas.Tendo em vista que ocorre historicamente a tempos,podendo citar o tráfico negreiro,o qual se tornou um negócio extremamente rentável na época da colonização do Brasil.Todavia,a Polícia Federal mesmo promovendo investigações,acerca do problema,possui deficiências em sua efetivação por ser um processo que detém complexidade. Outrossim,o tráfico humano também sucede por causas de imprudência das vítimas,que muitas das vezes recebem propostas profissionais incertas.Ademais,os indivíduos não buscam referências relacionadas as informações repassadas,e acabam sofrendo golpes.Desse modo,ao se concretizar o tráfico,são submetidas a situações desumanas e perigosas.Dessarte,a promoção de consciência em questão do tráfico de pessoas deveria agir como primeira lei de Newton,a lei da inércia,a qual diz que até uma força suficiente agir sobre um corpo mudando seu percurso, ele permanece em seu estado natural. Destarte,medidas fazem se necessárias para que o combate ao tráfico de pessoas transcorra sem empecilhos que o retarde.Logo,o governo deve destinar maiores verbas para que a Polícia Federal investigue com vigor casos de tráfico,e dessa maneira possa intervir e desconstruir o impasse.Além disto,o governo deve veicular nas redes de televisão aberta,comerciais que alertem sobre o risco do tráfico de pessoas,bem como as circunstâncias em que pode ocorrer,assim decrescendo as perspectivas de consumação do tráfico,mudando o percurso do impasse.