É fundamental o combate ao tráfico de pessoas
Enviada em 28/06/2018
Nos primórdios da humanidade, os seres humanos, como muitos outros seres vivos, tiveram o hábito de, com a finalidade de dominar e manter o ambiente a seu favor, oprimir os outros. No entanto, a problemática ainda se encontra vigente, no que tange ao tráfico de pessoas embora existam atividades contra o ato, seja pela insuficiência das instituições e Estados, seja pela ausência de conscientização. Conforme Leonard Doyle, diretor de mídia e comunicação da OIM (Organização Internacional para Migração), as vítimas geralmente vem do mundo virtual que, atrelado com a dificuldade econômica, política e social enfrentada no país de origem, como exemplo de países da África subsariana e da Ásia, buscam melhorias em outros países. Sendo assim, com limitações expostas nas fronteiras, estas pessoas procuram contrabandistas com a finalidade de migração. No entanto, alguns contrabandista apoderam se das vítimas, fazendo-as reféns do tráfico. Destarte, como a má educação e conscientização acerca da temática encontram-se enfraquecida, muitas pessoas acreditam nos possíveis opressores e/ou facilita a própria capturação.
Nesse contexto, além do mundo virtual, os contrabandistas conseguem capturar pessoas no momento da fuga, desde que, com a vulnerabilidade financeira ou de qualquer forma de poder, são persuadidas e, não raro, capturadas para alimentar o mercado do tráfico humano. Mas também a insuficiência de muitas nações, de civis e de instituições favorecem a permanência desse mal não só por não pressionarem, mas também por não conscientizarem as possíveis vítimas.
Portanto, urge ação cooperativas entre instituições e governos a fim de pressionar não só os estados e redes sociais que favorecem esses tipos de ações, mas também conscientize por meio de redes sociais, mídias e ambientes escolares a fim de que essa mazela seja subtraída. Bem como a população pode lutar contra esse mal pelo ativismo virtual, através, por exemplo, da change.org, a fim de que governos tomem uma atitude mais ativa acerca da problemática.