É fundamental o combate ao tráfico de pessoas
Enviada em 23/07/2018
Há centenas de anos atrás a sociedade mundial enfrentou um grande dilema com a escravidão e o tráfico de escravos, mas análogo a isso observamos uma crescente discussão em relação ao ainda existente e rentável tráfico de pessoas.
A Organização das Nações Unidas, ONU, em 2003 instituiu o “Protocolo de Palermo” visando o debate e a punição de tal crime. Visando a proteção das partes marginalizadas e de milhares de pessoas que são iludidas e enganadas por tais atos.
Muitas vítimas são de países pobres e subdesenvolvidos, e são levadas a acreditar que aquilo é uma oportunidade de sair de tal meio. As ferramentas utilizadas em muitas vítimas são relacionadas a redes sociais. Mascarando assim um mercado que lucra mais de 32 bilhões de dólares por ano, e que destina mais de 85% das pessoas para a exploração sexual.
Tais pessoas são retiradas de seus lares e países de origem, e levadas para países desenvolvidos de forma ilegal ou irregular, onde vivem subordinadas a condições de vida precárias e longe do resguardo do estado.
Uma forma de combater tal prática ilegal, seria a parceria das organizações mundiais e as corporações que envolvem as redes sociais em fiscalização em relação a comunidades ou grupos que agem de forma tendenciosa, sendo assim uma forma mais presente em relação a fiscalização. Outro aspecto interessante, é a parceria com órgãos governamentais que fiscalizam a entrada e saída de pessoas de seus territórios, como agências de tráfego aéreo e ferroviário.
Portanto, somente a união de todos os fatores cíveis podem ocasionar melhoras em relação a gama de problemas relacionados ao tráfico de pessoas e ao comércio de algo que não deve ser vendido.