É fundamental o combate ao tráfico de pessoas
Enviada em 14/02/2019
O tráfico humano consiste no recrutamento, transporte e exploração de pessoas por meio de coerção e ilusão. Atualmente, se faz notável o elevado índice dos casos relacionados com esse contrabando estão as mais variáveis finalidades e apesar deste reconhecimento, essa prática não recebe devida atenção, repercussão e visibilidade por parte das mídias e de todo o governo em geral. Sendo assim, o combate desse crime deve ser baseado na exposição de como essas quadrilhas agem e aumentar o número de ações sociais para que os indivíduos procurem cada vez menos a ilusão de melhorar de vida fora do seu território.
Primeiramente, com o objetivo de explorar, comercializar e escravizar, os aliciadores romantizam sobre as condições dignas de trabalho, moradia, saúde e qualidade de vida, o que muitas vezes somado a suas necessidades contribuem para a sua alienação. Obtendo o êxito, as vítimas estarão sujeitas a prostituição, serviços braçais em longa escala, trabalhos domésticos e muitas vezes relacionadas ao tráfico de órgãos, no qual são removidos e comercializados. O grande desafio no combate desse crime é que geralmente as pessoas já chegam devendo aos embaucadores, como passagem, vestimenta, hospedagem e tudo com imposto elevado, resultando na dificuldade de se libertarem dessa cruel realidade.
Outrossim, tratado apenas como um caso supérfluo e banal, o tráfico humano vem ganhando cada vez mais resistência, responsável até pela terceira atividade ilegal mais lucrativa do mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), perdendo apenas pelas vendas ilegais de armas e tráfico de drogas. Buscando melhoria na qualidade de vida, muitas pessoas acabam se tornando sujeitas a serem alvos destes aliciadores, tornando-se apenas mais um número para a estatística. Com isso, a compreensão de que ações sociais, como o bolsa família, podem oferecer uma chance de mudança de destino para os mais pobres.
É vital, portanto, o combater a esse crime de visão mundial. Dessarte, a produção de documentários exibindo em escolas e financiados pelo Estado como o objetivo de apresentar o discurso ilusório dos aliciadores para orientar a população e regredir o número de casos ano a ano. Destarte, ao identificar as regiões em que essas quadrilhas agem por meio de pesquisas e denúncias deve-se promover ações sociais e políticas públicas com a finalidade de oferecer qualidade de vida e dissuadir que a população carente procure uma fantasiosa solução e que pode vir a morrer.