É fundamental o combate ao tráfico de pessoas
Enviada em 29/09/2021
Em setembro de 2015, uma brasileira recebu uma proposta de emprego nos Estados Unidos e ao chegar no país, Luana com suas filhas foram levadas em uma casa na qual eram mantidas em cativeiros, eram forçadas a trabalhar o dia inteiro e eram eliminados planos para serem vendidas sexualmente, segundo uma reportagem da Globo. No contexto social atual ainda é comum a questão do tráfico de pessoas. Isso ocorre, pela abstinência de informação à população, ilusão das mídias e por falta de oportunidade, consequência da desigualdade social. Assim, verifica-se a necessidade de medidas governamentais para atuar nesse problema.
Diante desse cenário, cabe discutir sobre uma pesquisa feita pelo Relatório Anual do Tráfico de Pessoas do Departamento de Estado Americano, um qual aponta que 25 milhões de pessoas no mundo perderam sua liberdade causada de traficantes, sendo mulheres na maioria, que muitas vezes sofreram exploração sexual. É importante lembrar que desde a história da humanidade a mulher sempre foi tratada inferior que os homens e usada como objeto sexual.
Além disso, é válido ressaltar que a maioria dos casos ocorridos em países não desenvolvidos e muitos brasileiros são exportados para países mais pobres. Segundo a ONU, em 2016 cerca de 40,3 milhões de pessoas foram submetidas ao trabalho escravo no mundo. No Haiti, por exemplo, a cada 1000 pessoas 5,6 são submetidas a esse trabalho e na Índia aproximadamente 7,99 milhões de cidadãos são vítimas dessa escravização. Assim, percebe-se que a desigualdade social contribui para o agravamento da questão.
Por fim, levando-se em conta as questões abordadas é lícito exigindo que medidas por parte governantes devem ser tratados. Sendo assim, cabe a polícia federal uma melhor fiscalização nos passaportes, atuando junto com o setor de fronteiras para um controle melhor de entrada e saída do país. Além de propagandas e campanhas feitas pelo poder executivo para alertar a população sobre o problema. Somada a essas medidas, será possível, quem sabe, diminuir o tráfico de pessoas, tornando-se o país no qual os cidadãos têm direitos respeitados.