É imprescindível garantir a igualdade de gênero no século XXI

Enviada em 18/04/2020

Em 2003 foi lançado, o filme “O sorriso de Mona Lisa” baseado nos anos 50 onde retrata um grupo de mulheres que estudavam em uma universidade, e mesmo sendo grandemente brilhantes e focadas nos estudos, acaba-se desviando do caminho para se tornarem esposas perfeitas, na qual era muito mais aceito a época, do que a introdução das moças no mercado de trabalho. Sendo assim, apesar da grande ascensão social no século XXI, a desigualdade salarial resultam ainda um grande problema, e o estereótipo do sexo frágil.

De acordo, com o estudo produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que mulheres lucram menos que os homens em todas as funções selecionadas na apuração, e mesmo com a queda da desigualdade salarial, entre 2012 e 2018 as industriosas ganham em média 20,5% menos que os homens.

Contudo, passam uma imagem onde mostra que as mulheres são inferiores há qualquer situação imposta pela sociedade, do que os homens. Dessa forma, expressa que podem fazer seja qual for a situação, que jamais viriam ser julgados ou colocados como um sexo frágil, que o machismo é uma bagagem cultural. Ao contrário disso, as mulheres sempre foram uma referência na força, na perseverança e na virtude. Vivemos atualmente uma das maiores discussões sobre o gênero, e sempre observamos o quanto à mulher ainda é tratada com menosprezo. Podemos assim dizer, que o papel da mulher na sociedade igualou os sexos, a mulher não é mais o ser inferior “do sexo frágil”.

Por fim, conclui então que a própria história encarrega de responder. Hoje ela compete igualmente na sociedade com o homem. Quem traz o sustento do lar e toma as decisões,e muito pelo contrário da forma que é exposta, ela é bem mais forte do que muitos imaginam. É evidente, portando, que as dificuldades na conquista de espaço no mercado de trabalho que mulheres estão cada vez mais em busca, ainda é vítima de preconceito. Logo, é necessário que o governo estruture leis para ratificar a igualdade de ambos os gêneros na inserção no mercado de trabalho e no dilema do salário. Cabe também, a mídia -que possui um grande alcance- deveria participar no combate à eliminação dessa cultura infame, promovendo anúncios e novelas afim, de conscientizar e informar seus telespectadores. Por fim, escolas deveriam oferecer palestras de uniformidade de gêneros, para quem possam aprender desde cedo a honrar e respeitar as mulheres.