É imprescindível garantir a igualdade de gênero no século XXI

Enviada em 18/04/2020

Desde o século XVIII, com o início da Revolução Industrial, os trabalhadores vêm lutando pelos seus direitos em meio a seus ofícios. Entretanto, essas conquistas, como outras na história, nunca foram igualitárias aos gêneros. Diante disso, é imprescindível a necessidade de lutar por essa igualdade, que apesar de tudo não é real em pleno século XXI. Essa problemática ocorre em virtude de, dentre outros fatores, ao maior ingresso da mulher no mercado de trabalho e por uma cultura machista e patriarcal ainda instalada no mundo.

Em primeiro plano, podemos citar o aumento significativo da presença feminina nos vários âmbitos do mercado de trabalho, inclusive em áreas consideradas como sendo apenas de homem. Para grau de comparação, hoje no Brasil, um homem e uma mulher ocupando o mesmo cargo apresentam uma discrepância enorme em relação aos seus salários sendo o homem com o maior deles simplesmente pelo fato do gênero. Isso portanto, contradiz com o estereótipo de que estamos em um mundo “evoluído”. Nesse sentido, por exemplo, desde 1848, com o primeiro movimento feminista, as mulheres lutam por essa equidade entre os gêneros, que até hoje não está garantida.

Vale também considerar que, é necessário quebrar com a cultura machista e patriarcal que ainda reina no Brasil. É inaceitável fingirmos que em tempos contemporâneos ainda vivamos na prática em muitas situações, a frase dita por Aristóteles no período clássico, que diz que a mulher é sombra do homem. Contudo, hoje temos claro que a mulher de forma alguma é dependente do homem, sendo capaz de fazer as mesmas coisas que ele.

Diante disso, o governo deve garantir a igualdade legislativa dos gêneros, por meio de criações de leis as quais garantam condutas iguais à ambos, a fim de diminuir e posteriormente excluir a desigualdade entre homens e mulheres. E também, deve-se intensificar e dar maior visibilidade ao movimento feminista o qual visa a igualdade entre os gêneros, a fim de cessar com a cultura “ultrapassada” do machismo e patriarcado.