É imprescindível garantir a igualdade de gênero no século XXI
Enviada em 09/10/2023
No documentário ‘‘Como ela faz’’ retrata a realidade de mulheres que lidam com a inferiorização feminina no mercado de trabalho e a desigualdade entre homens e mulheres. Nesse viés, o mesmo cenário de falta de isonomia entre os gêneros é realidade no Brasil. Nessa cojuntura, isso acontece devido à inércia estatal e o patriarcalismo histórico. Por isso, uma mudança na postura estatal é necessária.
Primordialmente, a inércia estatal impossibilta a igualdade entre os sexos. Posto isso, o filósofo John Locke defende a teoria do contrato social, em que é obrigação estatal garantir a isonomia e bem-estar da sociedade. Contudo, as autoridades não vão de encontro com as ideias de Locke, uma vez que a desigualdade de gênero persiste. Dessarte, a esfera executiva falha por não disponibilar aulas sobre igualdade e palestras que reprovem ações que inferiorizem as meninas como o sexo frágil. Por isso, elas sofrem com desiguais oportunidades de emprego e diferença no salário. Como comprovação, de acordo com relatório da ONU, as mulheres ganham 24% a menos que homens. Diante disso, é inaceitável que o governo, ao manter uma postura apática, coopere para essse cenário no território.
Além disso, o reflexo histórico de um passado patriarcalista propulsiona a falta de isonomia de gênero na contemporâniedade. Dessa forma, a filósofa Betty Friedan afirma que foi disseminados , socialmente , estereótipos que limitam o papel da mulher ao lar e aos filhos e isso influência nos costumes hodiernos. Paralelamente, os paradigmas maschistas prejudicam as mulheres a assumirem papéis secundários e ,assim, a equidade entre os sexos é prejudicada. Diante disso, enquanto os preconceitos com mulheres não forem extinguidos, as meninas terão dificuldade em assumir postos de trabalhos e viver a isonomia social.
Por conseguinte, o Ministério da Educação -órgão responsável pela educação no país- deve adicionar à grande curricular estudantil aulas que ensinem os alunos a igualdade entre os sexos e a desmestificação de estereótipos. Nessa análise, essa ação ocorrerá por meio de um projeto de leis entregue à Câmara dos Deputados que oficializará a ação. Além disso, as mídias , por intermédio dos influenciadores digitais, devem gravar lives que conscientizem a população, para que seja possível superar o patriarcalismo histórico.