É imprescindível o combate à cultura do estupro

Enviada em 24/08/2020

O filme norte-americano “Os Miseráveis” narra um acontecimento do século XVIII. No qual as mulheres são abusadas sexualmente e violentadas, esse fato é tratado como algo comum e justificável, o que apresenta similitude com a atualidade, pelas atitudes repudiáveis em relação a problemática.                                                                                     A Cultura do estupro está relacionada ao machismo e a estrutura social, pois a maior parte dos casos relacionados ao tema são arquivados. Consoante o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública “cerca de 90% da violência sexual é desconhecida”.                                                       Caso evidente no período contemporâneo, pela falta de apoio e punições rigorosas. Ademais, a mulher é vista como um atributo sexual, onde o dever dela é satisfazer as vontades de seu cônjuge cuidar do ambiente familiar. A situação acontece com maior frequência dentro de casa, pois muitas crianças também são estupradas, por seus parentes e como são ameaçadas ficam em profundo silêncio, por temerem o pior.                           Dessa forma, medidas são necessárias para resolver o impasse. A Câmera dos deputados deve conscientizar a população sobre a gravidade do estupro, por meio de palestras que retratem a importância da mulher, apresentando casos de assédios e incentivando a denuncia, com isso aniquilando o arquivamento desses casos. O poder Legislativo precisa desenvolver punições rigorosas, por intermédio da criação de leis que visem proteger as mulheres e a distribuição de multas em casos de assédios, para que essa situação não seja visualizada como algo banal. Desse modo, pretende-se acabar com a cultura do estupro no Brasil.