É imprescindível o combate à cultura do estupro

Enviada em 22/11/2020

A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, prevê segurança para todas as pessoas. A realidade, todavia, é diferente do que garante uma Carta Magna pelas denúncias de estupro no país. Nesse sentido, é possível afirmar que é necessário combater o abuso sexual no Brasil. Isso se evidencia pelo alto índice dessa violência e pela cultura de não usar adolescentes como reconhecer esse crime.

Em primeiro lugar, as denúncias de estupro são alarmantes no país. Ao encontro disso, segundo o portal de notícias G1, cerca de 180 casos de abuso sexual são praticados por dia no Brasil, o que revelação como os cidadãos não possuem segurança e proteção para viver em um Estado tão violento. É, pois, inadmissível um país, com alta arrecadação de impostos, não investir no combate ao estupro para diminuir os índices dessa violência.

Além disso, é necessário criar o hábito de usar crianças e adolescentes que identifiquem atos de abuso sexual. De acordo com as 17 metas da ONU (Organização das Nações Unidas) para 2030, todas as nações devem oferecer educação para a sua população, o que inclui educação sexual nas escolas para prevenir e alertar os mais jovens. Sob esse aspecto, é visível a necessidade de usar os mais novos o que é adequado como violência sexual e quando procurar ajuda. Desse modo, indubitavelmente, é inegável a contribuição do ensino no combate aos estupros.

Dessa forma, medidas são necessárias para resolver o impasse social. O governo, portanto, deve intensificar o combate ao crime de abuso sexual. Isso acontecerá por meio de penas mais severas para os criminosos, com o auxílio da obrigatoriedade da educação sexual no ensino médio acompanhado por psicólogos para explicar sobre essa violência. Espera-se, com isso, diminuir o índice do crime e ajudar adolescentes a reconhecer e denunciar essa barbaridade.