É imprescindível o combate à cultura do estupro

Enviada em 30/03/2024

O nome “cultura do estupro” vem sendo usado desde 1970, o significado da palavra “cultura” nesse cenário quer dizer que esse pensamento é extremamente errado e como a cultura é algo que foi criado, também pode ser mudado.

A “cultura do estupro” é uma amostra da desigualdade entre homens e as mulheres, muitas mulheres ainda são vistas como inferiores, o que muitas pessoas acham que autoriza, torna banal ou da abertura para tipos de violência, como física e psicológica, entre as quais o estupro.

Quando um homem é causado de estupro, ocorre alguns tipos de fala para se defender, como “ela provocou”, “ela estava com roupa curta”, “ela estava bêbada ” ou “ela é uma mulher fácil”. Quando começa a surgir esse tipo de comentário, começam a coloca em questionamento a denúncia da vítima, assim , estamos diante da famosa “cultura do estupro”.

Com essa situção muitas vítimas ficam com medo de denunciar, se sentindo culpadas e envergonhadas por conta da violência que ocorreu, com isso, essa culpalização é prejudicial.

É essencial combater essa mentalidade com uma cultural de respeito, empatia, apoio as vítimas, com um esforço contínuo, envolvendo governos, políticas, instituições e transformar as atitudes da sociedade.

De acordo com os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2019, uma média de 180 estupros por dia foram registrados no Brasil, porém muitos casos não são denúnciados, então, esse número é ainda muito maior.

Com os dados da pesquisa e com a “cultura do estupro” é absolutamente crucial e importante combater essa cultura, isso envolve que o governo comece a educar sobre a igualdade de gênero, punir os agressores e acreditar nas vítimas e dar todo o apoio necessário.

O objetivo do governo e da população é de criar um sociedade e uma política onde o estupro e a “cultura do estupro” não seja tolerado e nem escondido e onde todas as pessoas possam viver livres do medo e sem culpa de sofrer uma violência sexual.